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Duendes são personagens da mitologia europeia semelhantes a Fadas
e Goblins. Embora suas características variem um pouco pela Espanha e
América Latina, são análogos aos Brownies escoceses, aos Nisse
dinamarqueses-noruegueses, ao francês nain rouge, aos irlandeses
clurichaun, Leprechauns e Far Darrig, aos manx fenodyree e Mooinjer
Veggey, ao galês tylwyth teg, ao sueco Tomte e aos trasgos
galego-portugueses. Usado por Federico García Lorca o termo parece
situá-los mais próximos da categoria das fadas.
A palavra é usualmente considerada equivalente à palavra inglesa "Sprite",
ou à palavra japonesa Youkai, e é usada indiscriminadamente como um
termo guarda-chuva para abrigar todas as criaturas semelhantes como
Goblins, Duendes (do inglês Pixies), Elfos, Gnomos, etc.
Alguns mitos dizem que Duendes tomam conta de um pote de ouro no
final do arco-íris. Entretanto, se for capturado, o duende pode comprar
sua liberdade com esse ouro. Outras lendas dizem que para enganar os
homens, ele fabrica uma substância parecida com ouro, que desaparece
algum tempo depois. Neste caso são chamados Leprechauns. Na mitologia
irlandesa os Leprechauns têm mais ou menos 30 cm e atendem a desejos. Na
mitologia portuguesa, o Fradinho da mão furada, e o Zanganito são seres
encantados, uma espécie de duendes caseiros.
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